A vida como ela é

278/365 – 5 de outubro de 2015*

  
Virar a chave que nos faz ver as coisas ruins pelo prisma do que foi bom não é nada fácil. Mas é possível. Ainda assim é preciso sentir o gosto amargo do fim. Sabendo que esse sentimento também tem fim.

“Não há mal que pra sempre dure”. E se durar vai te fazer mal. Nosso corpo não aguenta por muito tempo as tristezas. Ainda assim sofra o que tiver de sofrer.

Em pouco mais de dois anos de mudanças drásticas na minha vida eu aprendi muito. Muito. Tanto quanto jamais imaginaria.

Hoje é bem mais fácil rir do que foi bom, mesmo que tenha acabado. Ser grata pelos acontecimentos vividos, mais do que ser ingrata pelo o que não será mais possível viver.

E assim se leva a vida. Chorando por um tempo pelo o que machucou, mas tendo a certeza de uma vida toda pela frente. Uma vida feliz.

Deleite-se!

Fonte da imagem: acervo pessoal (um frio terrível que valeu a pena).

* este texto faz parte do meu Projeto 365, que em 2015 foi baseado no livro 365 Dias Extraordinários {O Livro de Preceitos do Sr. Browne}, de R. J. Palacio. Os textos são pensamentos aleatórios, inspirados nas frases do livro, uma para cada dia do ano. E que resolvi compartilhar com vocês agora, em 2016, pois senti muita saudade de blogar.

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