Desistir ou tentar?

202/365 – 21 de julho de 2015*

tentar

Um grande clichê é dizer preferir se arrepender daquilo que fez, do que do não feito, certo?

Eu concordo em gênero, número e grau – olha lá, outro clichê.

Sim, eu concordo, mas acho tão difícil chegar à tentativa de fato. Sempre sofro tanto, penso e penso e penso, e penso mais um pouco. Não sou de me jogar nas coisas, prefiro sempre sentir o chão sob meus pés, seja a água límpida ou turva. Não mergulho de cabeça em nada, nem no mar ou no rio.

Sou das que pensa antes de tentar, não vou negar alguns arrependimentos pelos não feitos, mas quer saber? Prefiro acreditar que o não feito nunca existiu, pois decidir não fazer algo quase sempre está relacionado a fazer algo, só que em outra direção.

Deleite-se!

Nota de 2016: como em um ano posso me sentir tão diferente dessa Tati aí que não se jogava para nada?

Fonte da imagem: acervo pessoal – cara de felicidade depois de tentar, se esforçar e conseguir.

* este texto faz parte do meu Projeto 365, que em 2015 foi baseado no livro 365 Dias Extraordinários {O Livro de Preceitos do Sr. Browne}, de R. J. Palacio. Os textos são pensamentos aleatórios, inspirados nas frases do livro, uma para cada dia do ano. E que resolvi compartilhar com vocês agora, em 2016, pois senti muita saudade de blogar.

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