Filosofando sobre destino

31/365 – 31 de janeiro de 2015*

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Às vezes sou bastante dura comigo mesma. Sempre que erro fico analisando o que fiz e como melhorar. Não sou daquelas que fica tentando achar no outro o que me levou a errar. E penso o mesmo do destino, que minhas escolhas me levam, e não o contrário.

Já me peguei pensando sobre o destino (quem nunca?), se ele é traçado totalmente por Deus ou pelo além, como queira nomear, ou se eu o faço totalmente.

Gosto de pensar que é um misto, Deus determina meu destino, vamos se dizer de forma macro e até chegar lá eu que escolho o caminho que usarei.

Deleite-se!

Nota de 2016: em algumas ocasiões dá muita vontade de colocar a culpa das mazelas da vida nos outros, é mais simples achar um culpado que não seja eu. É, mas vamos convir que já sou bem grandinha pra isso né não? Então digo para mim mesma, engula o choro, aceite, se perdoe e siga em frente. Funciona sempre? Claro que não! Mas alivia um bocadinho no processo da resiliência.

Fonte da imagem: Flickr – licença Creative Commons.

* este texto faz parte do meu Projeto 365, que em 2015 foi baseado no livro 365 Dias Extraordinários {O Livro de Preceitos do Sr. Browne}, de R. J. Palacio. Os textos são pensamentos aleatórios, inspirados nas frases do livro, uma para cada dia do ano. E que resolvi compartilhar com vocês agora, em 2016, pois senti muita saudade de blogar.

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