Mergulhando de cabeça na piscina rasa

14/365 – 14 de janeiro de 2015*

mergulho

Me considero uma pessoa profunda. E isso às vezes é uma grande merda!

Numa briga, por exemplo, eu vou fundo nas análises, quero entender o por quê do quê, do zê e do vê… não me contento com coisas vazias e sem sentido… quero mergulhar de cabeça, na piscina rasa e não quero me machucar.

É foda conhecer tanto a si mesmo, porque quando atinjo este estágio, sinto que tenho por obrigação encontrar meus pormenores e melhorar aquilo que não é tão legal para mim.

Nessa horas queria a ignorância de não saber de nada, de não me analisar, de não ver meus defeitos, afinal já tem tanta gente assim, não é? Eu só seria mais uma ignorante.

Enquanto não chego a esse grau de iluminação do conhecimento por saber quem sou, já me contento numa busca: não me levar tão a sério.

Deleite-te!

Já em 2015 eu dizia para não me levar tão a sério. Que busca, não?

Fonte da imagem: Flickr – licença Creative Commons.

* este texto faz parte do meu Projeto 365, que em 2015 foi baseado no livro 365 Dias Extraordinários {O Livro de Preceitos do Sr. Browne}, de R. J. Palacio. Os textos são pensamentos aleatórios, inspirados nas frases do livro, uma para cada dia do ano. E que resolvi compartilhar com vocês agora, em 2016, pois senti muita saudade de blogar. 

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