Eu e Vancouver a sós

20 de fevereiro de 2010, sábado

Dia 23/30

Se tem uma coisa que faço totalmente com o coração, é escrever. Às vezes releio alguns textos e acho tão piegas. Em outras ocasiões revoltados. De vez em quando açucarados demais da conta. E na maioria das vezes meio loucos e destrambelhados. Exatamente do jeito que costumo falar, como uma metralhadora. Tanto é que quem me conhece pessoalmente sempre comenta algo como, “eu sempre te vejo falando quando leio seus textos”. Espero do fundo do coração que isso seja um elogio.

A verdade é que depois que criei o blog o prazer por escrever voltou com força total. A Sonia tinha razão anos atrás quando ela me dizia pra escrever já que tanto amava e tanto postergava pra começar. E agora vejam só, além de escrever eu publico pra pessoas que eu nem conheço lerem. E vou confessar, mesmo os textos tendo características como as que disse antes, eu adoro reler meus posts. Meio narcisista né? Não, não é. É orgulho mesmo. Ficou pra trás aquele tempo que eu nem assinava meu nome na frente das pessoas, que tampouco deixaria elas lerem qualquer coisa que eu escrevesse.

E o dia de hoje em Vancouver tem tudo a ver com esse amor por escrever. Espero que sintam pelas palavras e também pelas fotos o quanto esse dia foi especial. Não esqueço dele. Se parar algumas horas pra relembrar em quadros tudo o que fiz naquele lindo sábado é bem capaz de lembrar de boa parte. Foi um dia único. E engraçado que não teve neve, nem esqui, nem museu, mas tão e somente eu e aquela cidade. Neste sábado Vancouver era só minha.

Fazia dias que eu planejava um momento especial pra curtir a cidade sozinha. Depois dos passeios pelo Stanley Park e do dia lindo em Kitsilano eu vi que era possível dar uma boa volta a pé pela costa, onde o mar seria minha única companhia. O tão sonhado Oceano Pacífico, o outro lado do mar que eu tanto amo contemplar.

De tanto andar pela cidade durante a semana, eu aprendi a não ter medo dos caminhos e de me localizar. Já sabia que a Robson Street era a rua das lojas e da badalação em volta da Robson Square. Que a Davie Street, que aliás tem uma bela vista em seu final, é a rua do orgulho gay. Quase furei a Granville Street de tanto passar pra cima e pra baixo. Gostava especialmente da área próxima ao Orpheum Theatre cheia de bares e gente fazendo malabares, tocando música, contando piada na rua mesmo.

Sendo assim, de olho na vista da Davie Street foi lá que escolhi começar meu objetivo. Provavelmente peguei o Skytrain até o centro e de lá peguei o ônibus que descia a Davie, não sei como guardei aquela rua, talvez indo pra Kitsilano? Mas eu lembro especialmente de uma parte que o ônibus pegava uma parte de descida e a vista do mar se fazia presente. Queria ver isso de novo. Então, neste sábado quando percebi que o mar já aparecia eu desci e fiz o restante do trajeto a pé. Gente, a Davie é uma rua muito charmosa e engraçada, vale a pena uma visita por lá.

Esse deve ter sido um ponto bem próximo da chegada na praia.

Esse deve ter sido um ponto bem próximo da chegada na praia.

Minha ideia era andar pela praia começando dali de onde cheguei, seguir pra esquerda em direção a Burrard Bridge e depois voltar em direção ao Stanley Park. Queria fazer uma entrada triunfal no parque. Pela praia! O fato é que comecei a fazer minha caminhada e não resisti em parar numa mureta, sentar por ali mesmo com as pernas penduradas sobre o mar, apesar de diversos banquinhos bem próximos dali. E comecei a escrever. E algo inesperado aconteceu…

– E eu tenho o registro do que escrevi!!! Segue na íntegra o único texto escrito em solo canadense:

**********

Sábado, 20 de fevereiro, 1h40 – horário oficial de Vancouver

“Impossível descrever em fotos ou palavras o quão lindo é este lugar, e o quanto estar aqui neste momento conforta o meu coração, que hoje por alguns minutos esteve triste, sendo que poucas horas antes estava tão feliz.

O sol da um brilho no mar, num determinado ponto do mar, que da vontade de guardar apenas o brilho pra colocar em algum outro lugar que esteja precisando. Um coração por exemplo. Ele esquenta, da calor, mas não posso tirar a roupa, porque outro fenômeno da natureza acontece juntamente, o vento, gelado e denso, gostoso e que aparta o calor do sol.

Que vontade de entrar neste mar… O Pacífico, e sabe que é pacífico mesmo? Não tem onda em English Bay, todos caminham, tiram fotos, andam de bike, namoram, dão comida aos seus bebês, mas apenas os animais encaram o mar: os corvos, pássaros que preciso descobrir o nome em inglês, e até cachorros dão uma entrada.

Essa cidade tem o poder de ser duas diferentes, uma quando chove: triste, cinza, mas imponente e segura de seu poder; quando o sol chega aí é outra, feliz, iluminada e linda, até os pássaros parecem mais felizes quando tem sol.

Vancouver também tem um cheiro próprio, de água, não sei explicar como, mas sei que é esse o cheiro de Vancouver, não como das praias do Brasil, não é um cheiro de água salgada.

Nos últimos dias tenho ouvido e falado muito e sinceramente ansiava por este momento de solidão, pra ouvir os sons da cidade. Não tem como apreciar uma bela paisagem se tem tanta gente falando no seu ouvido, simplesmente não combina.

O dia aqui dura pouco, então cada segundo é importante e deve ser aproveitado, porque dura realmente pouco, e quando tem sol então, é melhor aproveitar de verdade e em contato com a natureza.

(Um cara alemão que mora aqui em Vancouver começou a bater papo comigo, um cara interessante, papo legal e que não gosta da cidade tão cheia por causa dos jogos olímpícos, e concordo plenamente, ele queria saber sobre o que eu escrevia, se era sobre o lugar, queria saber se eu iria curtir algum evento dos jogos olímpicos, me disse que iria assistir a um jogo de Hockey hoje às 9 entre Alemanha e Belarus (Bielorrússia, não sei como escreve direito), e que estava esperando um amigo para almoçar e aproveitar a tarde). Haaa eu entendi muita coisa viu!!! Vou torcer para a Alemanha hoje! rs… agora vou curtir meu dia ensolarado… caminhei mais um pouco até o Inukshuk, depois vou ao Stanley Park e… I don’t know, but I know only a thing enjoy it girl!!!

**********

Dá pra acreditar que fui cantada por um alemão em inglês?!?!?! E o mais legal foi ter entendido tudo. A cena dessa pessoa aqui escrevendo devia estar interessante mesmo. Sabe quando o mundo para a sua volta? Eu lembro exatamente como me sentia. Ele estava sentado atrás de mim e eu só percebi quando chegou mais perto puxando papo. Na carta eu não ressaltei, mas ele insistiu pra saber o que eu faria mais tarde e porque afinal estava estudando inglês se já falava a língua? kkkkk bobinho ele né? Deu um mega elogio pra ver se ganhava a brasileira. Ele já era um cara mais velho, não era um estudante. Já havia morado em Van anos antes e depois voltou, se eu não me engano já tinha uns 7 anos que havia voltado e amava o lugar. Ah e foi ele que me disse que as cherry blossons floridas assim tão cedo não era comum, mas que já anunciava a primavera mais cedo.

Cherry blossom, cerejeira ou sakura, como preferir. Mostrando sua graça em pleno inverno.

Cherry blossom, cerejeira ou sakura, como preferir. Mostrando sua graça em pleno inverno.

Bom, depois do papo era hora de partir para minha meta de andar, andar e andar. Mas não sem antes olhar pra trás. Vai que o alemão é um tarado doido e começa a me perseguir?

Ao chegar no monumento do Inukshuk ele estava lotado de turistas querendo tirar foto. Os japoneses e demais asiáticos com seu famoso sinal de paz nas fotos. Porque afinal eles só tiram fotos assim?!?!; Um grupo de jovens querendo aparecer na foto pulando (eu peguei uma deles tentando); famílias juntas; casais de namorados; e eu. Sentei ali num banquinho próximo e concluí a parte final do texto acima.

Voltando em direção ao Stanley Park eu parei numa espécie de quiosque na English Bay – na praia mesmo – para almoçar. Uau! Que sanduíche de salmão delicioso. Fiz questão de experimentar, uma vez que já sabia da fama de Vancouver na pesca de ótimos salmões. E que atendimento ótimo do Sr. do quiosque. Adorei a experiência e recomendo. Dessa vez fico devendo o nome, mas não tinham muitas opções, deve ser fácil achar (tentei caçar pelo Google Maps e Street View, mas dessa vez a missão falhou).

Continuei a andança e realmente foi uma entrada triunfal chegar ao Stanley Park pela costa do mar. Segundo meus registros fotográficos eram por volta das 3h30 da tarde, ou seja, o sol estava naquele movimento lindo de começar a se pôr. Eu ainda tinha umas 2 horas até o espetáculo final, mas já dava pra perceber sua movimentação de partida.

As praias que circundam o Stanley Park são chamadas de Second Beach e Third Beach. Gente, existe a First? Não lembro de ter visto. Bom, tanto dá pra caminhar na areia, quanto pelas trilhas a pé ou pela ciclovia que ficam numa área mais alta que a areia. E dá também pra conciliar a caminhada pela areia com partes internas do Stanley Park. Como estava sem bike eu ia fazendo isso, ora pela areia, ora pela área verde. Às vezes sentava pra tirar umas fotos, em outras ficava só olhando e apreciando.

Linda luz batendo na copa das árvores. 5:08 da tarde.

Linda luz batendo na copa das árvores. 5:08 da tarde.

Por volta das 5 da tarde (registros fotográficos), o sol estava naquele ponto que eu acho lindo, quando está prestes a se pôr e bate uma luz inacreditável na copa das árvores. Como o Stanley tem árvores bem altas dá pra ver como esse efeito é lindo. E mesmo com uma câmera amadora eu consegui captar em alguns momentos o que estou falando. Desde esse dia eu percebi como acho lindo esse fenômeno daquele restinho de luz do sol batendo bem lá no topo das árvores, enquanto tudo embaixo está escuro.

E como não poderia ser diferente, mais uma vez Vancouver me presenteou com um lindo pôr do sol e um registro engraçado, as 6h15 com a câmera apontando pro mar, aquele risquinho de sol e o céu ainda parcialmente claro, e no mesmo horário com a câmera apontando pro lado contrário, um céu completamente escuro. Aquela famosa história de leste e oeste e da Terra ser redonda sabe? Quando a gente se dá conta assim ao vivo fica ainda melhor contemplar nosso planeta.

Post longo, eu sei, mas foi um dia espetacular de conexão comigo e já fazia tempo que eu queria registrar especialmente este dia com algum texto. E agora vocês vejam, já estou na reta final dos registros de “todos” os dias (ou “todos” acontecimentos pra ser mais coerente). Não imaginava chegar tão longe.

Resolvi deixar a maioria das fotos para o final, porque o foco desse post hoje é o texto. Estou feliz ao terminar de escrevê-lo.

Belos dias merecem uma sessão de fotos!

Chegando na English Bay.

Chegando na English Bay.

Sentei numa mureta como essa; e o alemão num banquinho desses.

Sentei numa mureta como essa; e o alemão num banquinho desses.

Minha vista enquanto escrevia. Pouco inspirador né?

Minha vista enquanto escrevia. Pouco inspirador né?

Fugindo do alemão!

Fugindo do alemão!

Inukshuk (Wikipedia diz: Inukshuk é o nome dado à estruturas ou marcos de pedra construídos por seres humanos, utilizadas por povos do região ártica da América do Norte como inuítes, inupiat, kalaallit, yupik e outros)

Inukshuk (Wikipedia diz: Inukshuk é o nome dado à estruturas ou marcos de pedra construídos por seres humanos, utilizadas por povos do região ártica da América do Norte como inuítes, inupiat, kalaallit, yupik e outros)

Garotos pulando; Tati se tratando - que lanche bom!

Garotos pulando; Tati se tratando – que lanche bom!

Olha que charme curtir a praia assim. Nada confortável, mas bem rústico né? Curti.

Olha que charme curtir a praia assim. Nada confortável, mas bem rústico né? Curti.

Chegando no Stanley Park. Amo esse lugar!

Chegando no Stanley Park. Amo esse lugar!

Ora caminhando na areia, ora no parque.

Ora caminhando na areia, ora no parque.

Siga aquele coração! Na foto da esquerda (uma galera estava ali naquelas pedras no meio do mar); Na outra foto eu nas tais pedras.

Siga aquele coração! Na foto da esquerda (uma galera estava ali naquelas pedras no meio do mar); Na outra foto eu nas tais pedras já no meio do mar. Radical (rsrsrs)

Contemplando o pôr do sol (mais um) - 5:05 da tarde.

Contemplando o pôr do sol (mais um) – 5:05 da tarde.

Gosto de como a luz do sol batia no meu rosto.

Gosto de como a luz do sol batia no meu rosto. 5:20

5:21

Espetáculo às 6:04.

Espetáculo às 6:04.

Foto da esquerda (de frente pro mar ainda um restinho de sol, 6:15); foto da direita (6:16, de costas pro mar, tudo escuro).

Foto da esquerda (de frente pro mar ainda um restinho de sol, 6:15); foto da direita (6:16, de costas pro mar, tudo escuro).

Continua…

PS: se não entender muito bem esse post, comece lendo pelo dia 29/01 ”Realizando um Sonho” e vem comigo pelos próximos dias.
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11 respostas para Eu e Vancouver a sós

  1. Ana disse:

    Adorei, adorei, adorei! As fotos são lindas mesmo, imagina você que eu vejo esse pôr-do-sol da janela do meu quarto? Claro, nos dias abertos. hehehehe…

    Corvos são crows.

    Nunca vi a “First beach”, boa pergunta! hahahaha

    E você escreve bem, Tati… não para não! Eu te empurro e você me empurra, combinado? :)

    Beijo!

    • Ah então vc agora mora no paraíso né?
      Obrigada pelo elogio e vamos combinar assim, uma empurra a outra. Eu vou começar a estudar algumas coisas sobre escrita pra aprimorar e ver se tem algum caminho que eu goste mais pra seguir :)
      Beijo!!!

  2. Bruna disse:

    Amiga, sou muito grata por você amar escrever, porque adoro o que você escreve!!
    Esse dia foi bem especial pra você, não é? Acho que essa paisagem linda de Van proporciona um momento muito único.
    Sabe que eu também acabei indo sozinha por essas redondezas, mas foi sem querer?
    Eu tinha combinado com a Ana de me encontrar lá com ela e que iriamos passear por ali, mas cheguei lá esperei uns 20minutos e ela não apareceu, então resolvi alugar uma bike e dei a volta no Stanley inteirinho, mas fiz o percurso no sentido contrário do seu. Fui de Downton pra Davie, e parei nos banquinhos ali perto daquelas estatuas engraçadas, fiquei olhando o mar por horas, me despedindo de Van. Faltavam pouquissimos dias pra ir embora, e desandei a chorar sem parar rsrs. Um moço Canadense até se preocupou e veio perguntar se estava tudo bem comigo, se algo tinha acontecido, e eu disse que não, que estva tudo bem.

    By the way, lindas suas fotos!!!!
    Se eu não conhecesse sua camera, diria que era aquelas super porfissionais.
    Não acredito que está acabando =( vou sentir falta de ler seus textos sobre Van.

  3. Luciana disse:

    Amei o Post, Tati! Adoro esses textos introspectivos… deu pra sentir sua emoção no momento! E as fotos estão maravilhosas, Uau!

    Menina, sempre achei graça dos japoneses tirando foto fazendo o sinal de paz e amor! Uma amiga me mostrou as fotos de casamento do irmão e até as fotos deles casando tinha o sinal. Hilário! :)

    Tambem nunca vi a First Beach! Nem o quiosque… Será que existe ainda? Mas tenho doces lembranças da English Bay tambem, pois foi o primeiro lugar que conhecemos e apreciamos em Van. Nos hospedamos no Hotel Sylvia, na época que nao tínhamos filhos, bem de cara pro por do sol. Maravilhoso! :)

    Beijos, Tati!

    • Ah então a história de Vancouver de vcs começa antes das crianças? Eu achei que fosse recente. Que lindo!!
      Então menina, será que o quiosque não existe mais? Qnd eu for em Sampa vou ver se acho mais algum vestígio no meu caderno da Pucca que ficou por lá.
      Obrigada pelos comentários, sempre pra cima. Bjo!!

  4. Luciana disse:

    Tati, a gente foi ao canada a passeio em 2007, quando trabalhávamos na Venezuela. Foi nessa ocasião que nos apaixonamos por Vancouver e começamos a pesquisar tudo pra tirar o visto de imigrante. Daí a Austrália entrou no caminho… fomos transferidos pra lá dentro da mesma empresa, mas qdo chegamos, sabíamos que nosso lugar nao era lá. Engravidei, logo depois nos aplicamos pro visto, e um ano e meio mais tarde o visto saiu. Viemos poucos meses depois e aqui estamos a quase 3 anos. História de amos tambem! :)

    • Olha só que história bacana. Renderia uns bons posts heim?
      E que mudança! Venezuela-Austrália-Canadá!!!
      Esse lugar é apaixonante mesmo. Se não fosse meu namorido que odeia frio eu acho que passaria fácil pelo menos um ano em Vancouver. Quem sabe na velhice! hahaha

      PS: adorei saber que Lily estava presente nessas respostas. Fico pensando naquele olhão azul te fitando. Linda.

  5. Luciana disse:

    *amor

    Desculpe os erros, to digitando deitada, com o pescoço torto, enquanto amamento! Hahaha

  6. Pingback: O centenário do blog | Deleite da Vida

  7. Literalmente perfeito todas as suas palavras. Canadá por ai é lindo, todas as cidades, lugares as pessoas….
    Eu achei seu blog do nada, estava pesquisando outras coisas que não lembrava de nome em Vancouver e me dispus a ler o que tinha a dizer sobre….
    Realmente você fala muuuuuito (kkkk) mas, são palavras verdadeiras e gostosas de ouvir. Senti muito amor na suas palavras, me divertir com o caso do Alemão ( olhar para trás para ver se nao o estava seguindo / dei gargalhadas )
    E suas fotos ficaram ótimas.
    Realmente não tem palavras para descrever Vanc’ a emoção e a sensação de esta ai é amazing, all is wonderful!
    Gosto de como as pessoas são simpaticas, de como elas tentam nos ajudar se estamos perdido…
    E você é linda, esta de parabéns, gostei de tudo o que eu li neste poste e me arrependo de não ter comoartilhado tambem a minha experiência. Mas está valendo
    (tbem falo muito, desculpa mas, falo do coração)”
    E se eu ver mais, continuarei lendo e lendo.
    Parabéns mesmo e fico feliz por ter conhecido BC e queria saber se foi a outras cidades como Toronto, Québec, Capital “Ottawa” Montreal, Victória…. Cada cidade tem seu amor próprio com uma so cultura. Gostaria de saber mais da sua experiência, quero voltar logo e passar porvtudo de novo com muito amor.
    Agradeço pelo o porte, pelo o espaço para comentar and… CUL LoL’ Xoxo c( ;

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