Valei-me São José!

Hoje tem nhoque de batata.

Uma sábia frase diz que não se discute religião, futebol e política. Concordo totalmente, e por isso levo pelo prinpício de respeitar a decisão das pessoas em suas crenças, torcidas e partidos. E quero o mesmo.

Não vou falar hoje de religião propriamente dita, mas sobre minhas experiências mais recentes com relação à fé. Eu sou católica desde que me entendo por gente e bastante ativa na minha religião, mas mesmo assim, eu lembro bem que participar das missas aos domingos era um pouco torturante. Eu tenho um sério problema com concentração e na hora H ou meus pensamentos viajavam demais ou eu sentia um sono mortal, mesmo assim me esforçava indo aos domingos (quase todos).

Ontem foi dia de São José e considerando uma TPM que estou atravessando, somada à saudade de Sampa, com a bagunça que minha casa ainda está e o fato de estar trabalhando em casa, não poderia resultar em outra coisa senão um coração em carne viva.

Já explico. Quando eu morava em Sampa frequentávamos a Paróquia São José, e nos dias que antecedem o dia do seu padroeiro a igreja fica toda em festa, culminando assim no dia 19 de março com uma lindíssima missa noturna com queima de fogos. A igreja fica lotada e a gente sente uma emoção muito grande vindo das pessoas com suas crenças, com seus pedidos por intercessão de São José. Ontem bateu muita saudade disso.

Nunca fui muito ligada em pedir a intercessão de algum santo… até que me vi diante do ano mais difícil da minha vida – 2009 – e lá me encontrava só o trapo. Participei pela primeira vez da novena de São José e com o coração em pedaços eu pedia pela cura… Não tenho a menor dúvida de que ele intercedeu por mim junto a Jesus. E depois de participar dessa novena eu mudei completamente de atitude em relação às missas. Foram 9 dias de novena com missa e eu fui percebendo que não ficava entediada, que estava gostando daquilo, tanto que eu saía da Vila Olímpia às 18h, pegava o pior trânsito da minha vida dentro de ônibus+metrô+ônibus e chegava lá feliz da vida, apesar de esbaforida.

Obrigada São José! Serei eternamente grata por sua intercessão.

E como hoje é um dia especial – aniversário do meu vô que antes estava tão longe, mas que agora o destino me trouxe para mais perto dele – deixo aqui com vocês uma receita que é perfeita para ser realizada em família:

Nhoque de Batata

Ingredientes: 600 grs de batata (aquela meio roxinha, alguns chamam de asterix) – 1 gema – 1 colher (sobremesa) de manteiga – 2 colheres (chá) de sal – 3/4 de xícara (chá) de farinha de trigo (deixe o pacote por perto, pois vai precisar para enfarinhar a mesa).

Modo de fazer: cozinhe as batatas e passe pelo espremedor ainda quentes. Deixe esfriar e junte o sal, a manteiga, a gema e a farinha, misture bem. Jogue bastante farinha na mesa (bancada, pia, etc, onde for fazer o nhoque), e enrole a massa formando cordões (tipo uma cobrinha). Corte os nhoques e vá colocando numa superfície bem enfarinha (uma forma por ex.). Depois de pronto, cozinhe aos poucos numa panela funda com bastante água e um fio de azeite, quando eles subirem já estarão cozidos. Escorra num escorredor ou tire com a escumadeira e vá colocando direto no molho de sua preferência que deverá estar pronto e quente. Eu sugiro com nhoque o molho à bolonhesa.

Essa receita, que rende umas 4 porções bem servidas, já foi testada e aprovada várias vezes por mim, peguei a receita aqui.

Deleite-se!

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